Quer ajudar a divulgar alguma dessas instituições? Fale com seus amigos e colegas sobre elas, pesquise sobre pequenas atitudes que podem melhorar a vida de alguém e adicione links no seu site/comente em redes sociais.
Em 2005, Amy Lee se tornou porta-voz da fundação. Seu irmão mais novo foi diagnosticado aos sete anos com a doença. "E se você se perdesse por um instante? O momento passou e você não faz a menor idéia do que te aconteceu. Para milhares de pessoas com epilepsia isso é realidade. E eu quero ajudar. Por favor junte-se a mim em www.outoftheshadows.com".
No Brasil, você pode ficar sabendo como ajudar na conscientização ou fazer doações para pesquisas através do hotsite www.evanescence.com.br/epilepsia.

Desde 2007, Amy Lee apoia a instituição TWLOHA, ao lado de seu marido e também conselheiro do programa, o terapeuta Josh Hartzler. O TWLOHA é parte de um ação de prevenção ao suicídio, ao autoflagelamento e à depressão nos Estados Unidos, juntamente com o Post Secret e o 1-800-SUICIDE. É muito comum bandas de lá voltadas para o público jovem utilizarem camisetas da instituição.
No Brasil, o Centro de Valorização da Vida existe há quase 50 anos. Trata-se de um programa de prevenção ao suicídio e valorização da vida. De caráter filantrópico, presta atividades de atendimento por telefone e chat a pessoas que estão precisando de apoio emocional. Ligue 141 para conversar com alguém.

Nas edições de 2007 e 2008, Amy desenhou duas lancheiras para participar do leilão em benefício de The Food Bank For NYC e The Lunchbox Fund of South Africa. Vários artistas participaram e os fundos arrecadados foram convertidos para combater a fome em New York e em Soweto. Em 2007, o valor arrecadado pela lancheira de Amy foi de US$700,00. Em 2008, este valor foi de US$4.185,00.
No Brasil, existe o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Através do programa Fome Zero, é possível fazer doações de alimentos, bens ou dinheiro.
Em 2010, Amy Lee divulgou seu apoio à instituição Restore NYC de combate ao tráfico sexual na cidade de New York. Mulheres de diversas partes do mundo que acabam tendo sua vida escravizada encontram, na instituição, uma casa de acolhimento para poder reconstruir sua vida. Amy doou um piano e dá aulas voluntárias na casa.
No Brasil, a denúncia de tráfico de pessoas e aliciadores pode ser feita pelo telefone (61) 3311.8705 ou email ddh.cgdi@dpf.gov.br. No exterior, deve-se procurar a Embaixada ou Consulado mais próximo.
Em 2004, Amy Lee participou junto com vários outros artistas de um leilão de botas personalizadas, chamadas Uggs. Os fundos recolhidos foram destinados a VH1's Save The Music Foundation, organização dedicada a melhorar a educação musical nas escolas americanas, mostrando a importância de tê-la na grade curricular. O total arrecadado por Amy foi de US$400,00.
No Brasil, a música voltou a ser matéria obrigatória nas escolas públicas e privadas em 2011, com a intenção de desenvolver a criatividade, a sensibilidade e a integração dos alunos. A lei sancionada nº 11.769/2008 prevê a obrigatoriedade do conteúdo musical na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.