Revista Francesa Tribu Rock - 29/07/2006
Dois meses antes do mundo, Tribu Rock terá acesso ao ultra protegido álbum e você poderá linkar a relação entre as faixas que completam o 2º álbum, que está sendo esperada há 3 anos.
"Forte decolagem"
Os riffs de guitarra são um grande começo para este álbum; a voz deslizante reveza-se em "Sweet Sacrifice" que abre o álbum e dá o tom, 'Você foi advertido, esta rasgará!". A segunda faixa, as primeiras notas são de uma introdução de piano (que revitaliza a reputação do grupo) que resoa e muda rapidamente a um frenético, nervoso, angustiado rítmo amplificado pela queixa da Amy Lee em que exige "Me chame quando você estiver sóbrio!". Seguindo rapidamente é a faixa irritada e energética "Weight of the World", alternando entre as passagens rápidas e lentas, um clássico do grupo.
"Salto místico"
A primeira questão que podemos perguntar é sobre a 4ª faixa "Lithium"; é alguma homenagem ao álbum do Nirvana? A primeira balada melancólica é repleta de intensas emoções e a voz da Amy ascende às guitarras e à melodia. Na "Cloud Nine", nós somos erguidos à um universo que é importante ao grupo e parece com a música "Haunted". Uma descida ao coração de um abismo, um clima obscuro que nos lembra os clássicos do horror. Uma faixa que foi colocada em 5º para introduzir a faixa seguinte, "Snow White Queen", um convite para um mundo de faz de contas com fadas, revisto pelo grupo. A faixa mid-tempo faz você pensar que ou a Branca de Neve voltou da lua de mel, ou ela é refém num castelo pelo seu possessivo Príncipe Encantado. Como sempre, contos de fada terminam num momento que é prometido pra nós, que eles irão casar e ter vários filhos...
"Os corações das emoções"
Mesmo que "Snow white" não termine de secar suas lagrimas, "Lacrymosa" alcança o coração em um tom místico, nós propomos a primeira ponte verdadeira do album, nós nos beneficiamos dele como ele afunda em um modo perto de "Fantasia" por JRR Tolkien. A segunda balada do álbum, "Like you", tem grandes arranjos de guitarra que são colocados para complementar o piano, e permite que esta trilha romântica se resuma a um poema do 1º século. Esta impossível historia romântica termina como uma chamada sem esperança. Tocante.
"Explicação das letras"
A nona trilha do album, "Lost control", começa como um mid-tempo por 45 segundos e estica-se por +/-de 5 minutos. Uma parte muito madura dentro de seus arranjos e construções, sem dúvida, a parte de bravura dentro deste album. "The Only one" começa também como o mid-tempo, as guitarras que alternam com o piano. Sem dúvida, essas faixas lembram "Bring me to life". Finalmente chegando em "your star", no qual a intro do piano lembra imediatamente de música para um filme. Muito nostálgica e melancólica esta parte mostra gradualmente o poder alcançar sua crise no fim de três minutos, termina em um climax.
"Final que rasga"
Duas trilhas terminam o álbum. A primeira "All that I´m leaving for" é apresentado como um duelo entre a vida e a morte, a complexidade de cada um que está sendo rasgada por sopros paradoxais. O tema do duelo ou da essência é o mesmo para o Evanescence. "Good enough", a música mais longa do álbum (5 minutos e 31 segundos) mistura o piano e cordas em uma melodia bonita que se diminuiu. Cerca o album como uma ode à realização de um trabalhador, da vida. A voz de Amy Lee carrega a parte para um nível novo e ergue-se como uma alma que deixa seu corpo com facilidade.
(muito obrigada!)
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