Amy Lee

Entrevista para o site Snap Star Live

Com o sucesso imediato de seu primeiro hit, Bring Me To Life, a banda americana Evanescence era um nome familiar nos anos 2000.

No entanto, a grupo esteve sumido por um tempo. O que eles têm feito? Você pode imaginar? Bem, eles estão de volta em turnê para promover seu terceiro álbum, tocando na cerimônia do Nobel da Paz e trabalhando em seus novos hits. Mantendo-se fiel ao seu som, eles têm trabalhado com algumas pessoas diferentes desta vez. Nós conversamos com eles para falar mais sobre seu horário atrapalhado, bem como o que eles vêm trabalhando para este novo álbum.

Vocês estão em turnê para promover seu terceiro álbum no momento, como é que a turnê está indo?

Tem sido muito boa! Temos ido a novos lugares realmente legais, Singapura, Hong Kong e Manila - todos no sudeste asiático. Voltando aos lugares relembramos como também é legal, porque nós os conhecemos tão bem... Nós gostamos tanto.

Qual a melhor parte até agora?

A cerimônia do Prêmio Nobel da Paz foi uma das melhores coisas que já fiz, e eu sei que eu vou pensar nisso por muitos anos. Não foi como nossos shows de sempre - só tocamos duas músicas, mas foi um momento tão único, grupos diversos de artistas tocando. Foi uma loucura tocar para pessoas trajando smoking e coisas parecidas - mas todo mundo foi tão sincero e realmente apaixonado, foi simplesmente fantástico.

E as piores partes?

Ficar doente em turnê é o pior. Muitas mudanças climáticas e os voos... É duro para seu corpo viajar o tempo todo.

O que os fãs podem esperar do novo álbum em comparação aos seus grandes hits (e) vencedores do Grammy?

Nós crescemos muito ao longo do tempo - nossa música tornou-se mais diversificada e mostra diferentes lados de mim. Lados que vão além de algumas das minhas primeiras faixas como Bring Me To Life, mas ao mesmo tempo é a mesma banda, a mesma paixão. Se você ouvir o novo álbum em comparação com o último, é definitivamente a mesma banda, mas nós mudamos. Quando você se sente diferente, você toca diferente.

Pode dizer sobre a produção e desenvolvimento? Quais foram os temas e inspirações por trás do novo álbum?

Comecei a escrever à toa. Não sabia se seria um álbum do Evanescence ou algo diferente. Eu gosto de escrever sem ter um plano em mente - mas depois de algum tempo, eu sabia que eram canções do Evanescence pois vieram com a mesma emoção no final. Depois de alguns anos testando e experimentando, todos acabamos colaborando em algumas faixas realmente interessantes e surpreendentes. Apenas nos concentramos em tocar e fazer músicas, com todos juntos somando ideias e quando eu ouvi a gravação, eu sabia que era isso.

Em 2003, você descreveu a banda como um "dark rock épico e dramático". Vocês ainda seguem nessa direção?

Tudo isso ainda se aplica, mas você vai perceber uma maior variedade nas canções, nem todas serão épicas. Você precisa de uma dinâmica e variação que faça contraste, para que você sinta a diferença no “drama” do álbum.
Se eu fosse recapitular hoje, seria mais real; naquela época descrevia minha música como algo um pouco mais fantasiosa.

É evidente que o grupo mudou, a dinâmica mudou. Como conseguiu manter o tão querido som do Evanescence?

É meu som e isso mudou, mas continua fiel. Eu acho que naturalmente tenho um monte de “sons” iguais que saem de mim que eu sempre amei, e eu faço os mesmos sons. No final das contas, não foi intencional a mudança dos membros, mas eu adoro a ideia de ter trabalhado com tantos caras diferentes - isso abriu meus olhos de diversas maneiras e me permitiu experimentar um novo jeito de fazer música.

Isso significa que as pessoas, definitivamente, deveriam dar uma checada no novo, mas ainda fiel, tão amado som do Evanescence!

Evanescence fará show na Vector Arena em Auckland / Nova Zelândia em 31 de março. Ingressos podem ser adquiridos no site da  Ticketmaster.

Evanescence

Tradução: IEssence - A entrevista original vocês podem conferir aqui (em inglês).





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Entrevista para a Rádio Q103

Em uma entrevista por telefone para a Rádio Q103, Amy Lee fala que Evanescence tem estado ocupado em turnê, comenta sobre como uma pianista treinada em piano clássico se meteu no rock. Fala um pouco também sobre sua experiência com a canção dos Muppets - Half Way Down The Stairs.

"Quando eu tinha 9 anos eu vi o filme Amadeus e fiquei super ligada nele, mas acharam que eu era jovem demais pra pensar que queria ser uma compositora clássica."

Clique na imagem abaixo e confira o áudio:

Amy conta que teve a oportunidade de pegar um coala bebê! Fala que o pai a colocou em aulas de piano clássico e entrou pro coral, em seguida conheceu Nirvana, Soundgarden e isso a fez entrar pro mundo do rock. Sobre a canção dos Muppets - Half Way Down The Stairs, ela diz que foi um trabalho dela com um amigo (Will), que achou bem divertido fazer e que soa bem diferente do Evanescence.

Obrigado: @Augusto_ev





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Amy posta Foto no Twitter

Provavelmente a caminho da capital Australiana, Canberra, onde faz o primeiro show no país amanhã, a Amy postou a seguinte foto:

 

Curtindo AC/DC na van com o DJ Terry

 

Amy Lee traz a vida de volta ao Evanescence

A Amy recentemente deu uma entrevista ao site News, da Austrália. Leia abaixo:

“Não sabia o que iria acontecer. Foi importante para mim ter a liberdade de partir e ter o tempo preciso para que a inspiração viesse.” Diz Amy Lee em Sydney.

Nunca me forço a fazer algo porque é o que os fãs querem, ou porque a gravadora quer, ou porque me fará ganhar mais dinheiro. Para mim, é muito mais importante sentir vontade de fazer algo porque realmente quero. Do contrário, apenas ficarei esgotada querendo largar tudo.

Sobre o novo álbum: Há muita experimentação nele, mas além de ser um álbum novo, foi sobre dominar o som do Evanescence... ao trazer aqueles sentimentos e inspirações originais e aplica-los ao nosso som de agora.

É um monte de coisa junta por isso é difícil descrever, mas todos trabalhamos juntos e descobrir aquele “quê” de Evanescence foi o que impulsionou o álbum. Isso e estarmos em um ponto onde sabemos quem somos.

Leia mais aqui

News.com.au: Em Sidney, quais os seus lugares favoritos? Há lugares secretos que você não possa revelar pra gente ou onde não iremos te encontrar?

Amy: Não não, tudo que fiz foi a coisa mais “turística possível”. Toda vez que estamos aqui, temos que subir em algo como uma lancha... Há algo sobre estar em turnê que te faz um pouco claustrofóbico como estar em um hotel, em uma avenida, sabe? Tem algo que te faz se sentir um pouco preso. Não há nada mais incrível que a liberdade na água.

N: Uma das melhores coisas do youtube é que você tem a oportunidade de saber o quanto as pessoas amam suas músicas, porque há diversos covers (risos). Não é sobre quantos covers de Bring me to life existem... tem o cover da Katherine Jenkins, é incrível, uma cantora de ópera! O que você acha de uma cantora de ópera fazendo uma versão de Bring me to life?

A: Fico muito lisonjeada! Eu amo música clássica, e é por isso que faz sentido. Essas coisas são tipo uma influência pra mim, você sabe, pegando todos os tipos de música, incluindo a clássica, de forma mais dramática e colocando isso numa banda de rock!

N: Como uma artista feminina você se sente como um modelo para os mais novos?

A: Eu sinto um pouco dessa responsabilidade, especialmente com fãs mais jovens, e eu gosto disso. Na verdade, eu acho que é realmente legal. Eu sou a mais velha de uma família grande, sou a irmã mais velha. Então eu sinto que eu meio que caí nessa estrada tão naturalmente... é legal. Eu quero dizer, é um pouco assustador algumas vezes, é tipo: “Ok, eu não sou perfeita.” E eu nunca serei perfeita, mas eu acho que é uma lição importante para os jovens como “Ei, ninguém é perfeito. E é importante ser independente e estar bem consigo mesmo.”

 

Amy participa de Q&A com fĂŁs Neozelandeses AmanhĂŁ

A Amy irá participar amanhã de um Q&A online com os fãs neozelandeses através do site The Rock.net. Será às 20:00 no horário local da Nova Zelândia e às 04:00 da manhã no horário de Brasília. Caso você queira participar basta acessar a página dedicada à Amy no site do The Rock.net e deixar a sua pergunta.

 

Novas Fotos Promocionais

Clique na foto abaixo e confira o photoshoot completo que a Amy comentou ter feito ontem em Sidney para a divulgação da turnê Australiana.

 

Evanescence na Austrália

O Evanescence já encontra-se em solo australiano onde se prepara para uma turnê de 6 shows em continente Oceânico.

Hoje pela manhã Troy McLawhorn postou em seu facebook uma foto da Ponte da Baia de Sydney.

A enorme ponte de Sydney:)

Troy posta foto no facebook

 

Já a Amy Lee que passou alguns dias sem postar no twitter, postou mais cedo:

Fazendo algumas promocionais hoje na bela Sydney para nossos próximos shows na Austrália!





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Entrevista Completa da Amy ao MTV Guik

Segue abaixo a entrevista exibida na MTV Latina ontem à tarde no programa MTV Guik





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Entrevista com a Amy

Amy deu uma entrevista e o link para o vídeo encontra-se ao final do resumo. Leixam abaixo:

Ela fala que ficou 5 anos fora pra descansar, que precisava se encontrar de novo. Gastaram 2 anos escrevendo o álbum, e apesar de ter visto que eles progrediram, o coração da banda se manteve intacto, mas eles envelhecem, mudam, começam a ter ideias diferentes e passam gostar de coisas novas e isso reflete na música. Como o line-up da banda mudou eles começaram a ter possibilidade de fazer músicas mais complexas e o que é novo é que todos estão trabalhando juntos dessa vez, dando o seu coração e isso dá mais sentido às canções.
Ela fala também das suas principais inspirações: Bjork e Michael Jackson.
Amy comenta que no início o álbum seria mais eletrônico, principalmente como estava sendo feito nas primeiras composições, mas no final é um álbum de rock acima de tudo. Ela fala que é difícil rotular o tipo de som do Evanescence, que eles têm influências de vários tipos de artistas de estilos diferentes. Amy fala que qualquer música pode ser boa se você tiver a mente aberta Eye-wink

Sobre as letras Amy explica que geralmente são sobre a sua vida, seus sentimentos e coisas que mexem com ela. Mas servem principalmente como uma terapia e que é muito legal ver como a música mexe com os fãs da mesma forma, como um processo de cura.
Quanto ao próximo single Made of Stone Amy fala que foi a única música que não foi escrita para o álbum, e foi feita com o Will "Science" Hunt (não o da banda, o programador amigo da Amy), cerca de 1 ano e meio que a banda entrou e com isso, trouxe muito poder à canção original. Ela está muito feliz que vire single, porque acha a canção muito forte.
Por fim Amy fala o quanto é bom estar em Hong Kong de novo e que está esperando ver todos mais tarde no show.
 

LINK PARA O VIDEO.

 





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Evanescence concorrendo no MTV's Musical March Madness

 

A Amy postou no Twitter pedindo votos para o Evanescence na disputa entre bandas na 3ª edição anual da MTV Musical March Madness. O torneio confronta 64 bandas numa batalha onde os votos do público é que determinam quem avança sobre quem. A banda vencedora levantará o troféu no dia 03 de abril, quando termina o torneio.

O Evanescence está no grupo Sul, que também é composto, entre outras, pelas bandas Paramore, Kings of Leon, Linkin Park e 30 Seconds to Mars.

Para mais detalhes acesse aqui. Corram porque a votação do primeiro turno é só até o dia 18 de março.