Evanescence

Banda Whisper em SP - cover do Evanescence!

A Banda Whisper, formada em 2005, vai estar no palco do Kazebre no dia 19/03 sexta-feira próxima, na Gothic Night. Anote na agenda! Não perca a chance de ver Catia (vocais e teclado), Eddie (bateria e programações), Denão (baixo) e Vinni (guitarra e backing vocal) tocando as melhores músicas do Evanescence! Veja abaixo vídeos da banda:


[x] Perfil no Orkut
[x] Comunidade no Orkut
[x] Perfil no YouTube
[x] Local: Kazebre Rock Bar
[x] Apoio: Profecias Moda Gótica

 

Site oficial do Evanescence de cara nova!

Clique abaixo para conferir o novo www.evanescence.com (só a página de entrada)! Obrigada Evan-atrium pelo toque.

 

EDIT: Amy Lee reencaminha Evanescence

Saiu uma matéria no Yahoo! Notícias sobre o novo álbum do Evanescence. Não há nada de novo em comparação às outras matérias e algumas infos estão um pouco erradas (Hi-Lo não é o nome de nenhuma música, muito menos single).

EDIT: outras notas comentaram as mesmas que já sabemos, na Band e no MusicRooms.

Com tantas bandas se desintegrando, vocalistas quebrando parcerias de décadas e a reabilitação pondo fim a longos anos de estrada, ao menos os fãs do Evanescence têm motivos para rir à toa: a banda que mistura new metal e rock-gótico lançará um novo álbum em setembro deste ano. Isso foi o que disse a vocalista Amy Lee, em longa e dissecante entrevista à revista americana Spin.

Sem lançar nenhum álbum desde 2006, a banda, que ficou parada por três anos, devido a enormes e públicas brigas entre seus membros, estava na iminência de um choque entre dois trens. Em um vagão estava a vocalista Amy Lee, maior referência da legião de fãs. Na contra mão estavam o co-fundador da banda, Ben Moody, que abandonou o barco em 2003, o baixista Will Boyd que saiu em meados de 2006, seguido pelo guitarrista John LeCompt e pelo baterista Rocky Gray em 2007.

Reunião Assim sendo, o Evanescence era apenas Amy Lee, enquanto Gray, LeCompt e Moody se juntaram à finalista do American Idol Carly Smith e formaram a banda We Are The Fallen. Exatos três anos depois, a morena de olhos azuis resolveu retirar a roupa preta que no momento simbolizava mais o luto pela perda de sua banda do que o gênero musical ao qual se dedicava, para literalmente colocar o vagão Evanescence de volta no trilho.

Lillywhite "Para mim, há um monte de bobagens relacionadas ao nome dessa banda, mas resolvi deixar isso para trás. Acabei percebendo que o Evanescence é quem eu realmente sou", desabafou a vocalista. Lee, o guitarrista Terry Balsamo, o baixista Tim McCord, o baterista Will Hunt, e o mais novo membro da banda, o produtor, compositor e percursionista Will "Science" Hunt - o apelido foi dado por Amy para distingui-lo do outro Will Hunt - estão gravando o terceiro álbum de estúdio em Nova York,com o produtor Steve Lillywhite, que já trabalhou com ninguém menos que U2 e os Rolling Stones.

O primeiro single, intitulado Hi-lo, parece que ditará o som do novo Evanescence. "A sonoridade do álbum será mais distorcida, mudada e invertida. Hi-Lo, por exemplo tem uma levada eletro-pop, sem instrumentos orgânicos, do tipo Portishhead e Massive Attack - duas das bandas favoritas de Lee -, porém com letras que falam sobre seguir adiante sem confrontar ninguém, sem agressividade", revelou Lee.

Aparentemente recomposta, a líder ainda comentou sobre a nova banda dos ex-Evanesce. "We are Fallen não tem nada a ver comigo ou com o Evanescence. Definitivamente já passei por cima de todo o drama e me sinto revitalizada. Estou bem comigo mesma e não necessito da aprovação de mais ninguém", finalizou, confiante, Amy Lee.

 

Amy na revista SPIN

EDIT: Outras notinhas comentando a volta do Evanescence (nada novo): Indyposted, Ultimate Guitar, Aversion.

Saiu uma entrevista exclusiva da Amy na SPIN. Confiram a tradução abaixo.
 

A cantora Amy Lee do Evanescence superou o drama.

"Há muitas bobagens relacionadas ao nome da banda para mim," diz Lee para a SPIN.com, "mas estou pronta para deixar isto para trás. Eu percebi que Evanescence é quem eu sou."

Ela não está brincando sobre essas bobagens. Desde que o álbum de estréia multi-platino, vencedor de Grammys em 2003, Fallen lançou os nativos de Little Rock, AR, ao estrelato mundial, o grupo passou por tormentas com brigas e mudanças na formação, começando com a saída do co-fundador Ben Moody. Uma questão muito comentada em 2006 foi, referente aos últimos membros restantes da formação original - guitarrista John LeCompt e baterista Rocky Gray -, a saída ou pedido de demissão deles, que logo depois se juntaram a Moody para formar o We Are the Fallen com a ex-finalista do American Idol, Carly Smithson, nos vocais.

Evanescence também está seguindo em frente. A banda de apetrechos gótico-rock vai lançar seu primeiro álbum desde 2006 em setembro, com uma nova formação - e um som novo.

Lee, o guitarrista Terry Balsamo, o baixista Tim McCord, o baterista Will Hunt, e o mais novo membro, produtor, compositor da banda, e que faz barulho no estúdio Will "Science" Hunt (isso mesmo - a banda tem dois caras com o nome "Will Hunt"), estão gravando o álbum em um estúdio de New York com o produtor Steve Lillywhite (U2, Rolling Stones). E eles estão levando o som caracteristicamente pesado e gótico-rock do Evanescence numa direção electro-pop guiados pelas bandas favoritas de Lee: Massive Attack, Bjork e Portishead.

"O álbum tem sons que são distorcidos, mudados, invertidos" disse Lee. "Tem muito dessa coisa divertida acontecendo."

Abaixo, ela fala mais para a SPIN.com sobre o álbum, seus antigos companheiros de banda e seu hobby favorito: pintar.

Como você conseguiu um outro cara com o nome Will Hunt na banda? Isso é estranho.
[Risos] Bem, parte da volta com o Evanescence foi o novo Will Hunt. Eu encontrei esse Will - eu chamo ele de Will "Science" Hunt porque ele faz muita programação e batidas - quando nós gravamos "Sally's Song" para o Nightmare Revisited.

O Evanescence tirou dois anos de férias. Por que voltaram agora?
Por um bom tempo eu não sabia o que queria fazer. Eu realmente adoro fazer trilhas sonoras e minha mente estava voltada para isso. Eu passei algumas dificuldades fazendo isso, mas daí eu comecei a compor mais músicas. Eu tive um tempo tão bom no estúdio com Will "Science" Hunt gravando "Sally's Song" - foi legal, livre, um espaço criativo. Então nós pensamos "por que não simplesmente tentamos compor uma música nova?" Ele tem um estúdio em Forth Worth, TX, e nós ficamos dois dias lá compondo e saiu uma música nova tão diferente - era sombria e inspiradora. Era um som que eu não encontrava há muito tempo. Então nós passamos o último ano compondo feitos loucos e em algum momento no meio disso tudo eu disse, "sabe, acho que nós estamos fazendo um álbum do Evanescence."

Fale para a gente sobre a primeira música que vocês escreveram
"Hi-Lo." É um título ainda em definição. Vai numa direção electro-pop - não têm instrumentos naturais. É como na direção Portishead ou Massive Attack, e a letra é sobre seguir em frente, mas de uma forma realmente sem confronto, sem raiva. É só "hey, tudo que aconteceu, eu superei isso e eu não estou brava com você."

Os fãs do som pesado do Evanescence vão ficar surpresos?
Bem, de fato ainda é pesado. Como The Open Door, as novas músicas são uma gama de sons. Mas esse álbum amplia a gama ainda mais. Têm momentos que são realmente pesados, mas têm momentos que são mais simplórios.

Vocês escreveram o álbum todo juntos?
A maior parte. Ele definitivamente é minha grande inspiração e co-compositor. Algumas músicas eu escrevi sozinha e eu compus um pouco com Terry e Tim também. Eu tenho um estúdio em minha casa e eu fiz Will "Science" viajar para cá várias vezes. E daí nós trabalhávamos e mandávamos email sobre idéias de como tocar, meio como um método de serviço postal. A composição do som é inspirada por muitos artistas que adoramos em comum - Bjork, Nine Inch Nails, e músicas com muita programação e sons que são maiores que a vida.

Como você se acertou com Steve Lillywhite?
Nós decidimos que seria bom ter uma outra mente na sala para trazer outra perspectiva, já que nós estivemos com os demos por tanto tempo. Steve Lillywhite ligou do nada para a minha gravadora e disse, "hey, o que Amy Lee e o Evanescence estão fazendo? Eu gostaria muito de trabalhar com ela." Eu achei isso muito interessante. Honestamente eu não teria pensado nele se ele não tivesse ligado. Então nós fomos almoçar e eu mostrei para ele algumas das músicas. Ele realmente adorou e queria fazê-las junto!

É um grupo interessante, considerando o trabalho dele com U2 e Rolling Stones.
É verdade. E esse álbum não vai soar também como essas bandas, com certeza. Não é um álbum natural. Nossa idéia é pegar sons sintéticos e atmosféricos e encontrar um jeito de apagar um pouco a linha entre natural e sintético.

Essa direção é um subproduto das músicas de hoje?
Acho que sim. Têm coisas muito interessantes ocorrendo no mundo da música agora. Têm bandas que soam como se fossem de outro tempo - como uma volta dos anos 80 com sintetizadores analógicos e Moogs. Eu adoro isso. Eu tenho escutado muito La Roux.

Tem um tema nas letras?
Eu escrevo o que estou passando em minha vida. Têm momentos do tipo "hey, eu superei e estou bem" e em outros de humor sarcástico como "hey, nem tudo é a coisa mais dramática do mundo." Mas têm momentos em que as coisas ficam muito, muito, muito profundas mesmo. Provavelmente é por isso que está sendo tão difícil escolher um título para o álbum. [Risos] Mas sobre a letra, é uma versão mais verdadeira de mim mesma. Eu estou dizendo coisas que teria medo de dizer antes. Estou mais confiante e mais confortável.

Quando falamos pela última vez em 2008, você estava escrevendo músicas inspiradas na linha celta. Há planos quanto a isso?
Eu estava num momento criativo bem diferente, antes de acertar com Will "Science". Eu escrevi algumas músicas que são boas, mas em uma direção totalmente diferente. Nada desse período vai fazer parte do novo álbum.

Além de música, o que Amy Lee faz?
Eu adoro pintar. Eu estive trabalhando num quadro por um ano e meio. Tem muitas criaturas marinhas pequenininhas e eu continuo voltando a pintar nesse quadro, mas acabou se tornando um projeto assustador. Quando eu tenho que relaxar a cabeça, é uma das coisas que eu faço. Eu também estou tocando harpa. Quando o Evanescence entrou de férias, eu comprei um grande concerto de harpa e comecei a ter aulas como se estivesse no colégio de novo, o que foi muito, muito divertido. Senti como se estivesse aprendendo de novo. Eu definitivamente vou usá-la nesse álbum.

O que você pensa sobre o We Are the Fallen?
Eu não sobre eles. Não tem nada a ver comigo nem com o Evanescence.

Seria seguro dizer que você não falou mais com Ben, John, ou Rocky?
Ah sim, não tem problema nenhum dizer isso.

Parece que você superou todo o drama e está revitalizada.
Estou, definitivamente. Estou em outro mundo. Estou feliz comigo mesma e não preciso da aprovação de ninguém.

 

Dia Mundial do Evanescence

Hoje é o Dia Mundial do Evanescence, marcado pela data de lançamento do álbum que mudou a vida da banda e de nós, os fãs. O Fallen foi lançado em 04/03/2003, há exatos sete anos. O primeiro single que mudou a vida daqueles jovens de Little Rock em escala mundial foi Bring Me To Life, pertencente ao filme Demolidor, super-herói da Marvel.

O álbum vendeu cerca de 15 milhões de cópias e foi responsável por dois Grammys. Fallen conta com músicas escritas durante anos pela banda, como Whisper, My Immortal e Imaginary. Com a proposta de fazer um som dark, clássico e de rock ao mesmo tempo, o Evanescence conquistou o mundo e provou que esse nome pode muito mais, lançando o enigmático The Open Door. Amy Lee e Terry Balsamo foram responsáveis por uma evolução que carregava nas costas o sucesso do álbum de estreia, tão relevante que foi marcado como o Dia Mundial do Evanescence pelos fãs!

Hoje, eles estão mais livres e se divertindo enquanto compõem o misterioso terceiro álbum do Evanescence. Depois de 4 anos de espera por um sucessor e do grande presente com um show exclusivo no Maquinária Festival para os fãs brasileiros, o Evanescence nos empolga a imaginar o que tantas influências diferentes podem ser. Obviamente, confiamos na essência que não se apaga.

Evanescence: a dissipation or disappearence like vapor. OBRIGADO EV! ♥♥♥♥♥♥♥

 

Idéia do EvChile

Pessoal, o dono do site http://www.evanescencechile.cl pediu a nossa ajuda. Ele gostaria que a  Amy enviasse um vídeo em solidariedade ao povo do Chile - inclusive ele disse que há muitos fãs desaparecidos entre as vítimas do tsunami.

Bom, como poderiamos ajudar?
Divulgando a imagem do pedido que ele faz à Amy (clique  http://www.twitpic.com/16elrm )e pedindo para os nossos visitantes retuitarem a mensagem dele.

Pode ser pouco, mas já pode ajudar a dar um pouco de alegria a um país devastado pelas tragédias naturais.

 

EDIT: Novo √Ālbum do Evanescence na Rolling Stone

Saiu uma nota na Rolling Stone falando sobre o novo álbum do Evanescence, confira abaixo.  No G1 também foi publicada uma nota com essas mesmas informações da Rolling Stone - obrigado Iohana! Na Cidade Web Rock também saiu uma nota - valeu Andressa!

Na segunda-feira, 22 de fevereiro, o Evanescence começou a gravar seu próximo álbum em Nova Iorque, com o famoso produtor, Steve Lillywhite. A cantora Amy Lee, conta a Rolling Stone que o novo álbum vai ser uma mistura de “agressão sarcástica” que vai mostrar um novo lado da banda – com uma influência eletrônica distinta. “Muitas bandas que sempre me inspiraram estão sendo mais tocadas,” fala Lee, citando a música de Depeche Mode, Massive Attack, Portishead, CSS, La Roux e MGMT. “Há muita coisa que não soa como Evanescence, mas o coração da banda continua lá. Esse é realmente um álbum ritmicamente conduzido. Então há muita programação de baterias em fusão com baterias ao vivo; baterias que estamos alugando dia a dia, como baterias japonesas taiko”.

Lee está co-escrevendo o álbum com um velho amigo e novo colaborador, Will Hunt, um produtor, programador e baterista do Texas. Eles decidiram começar a trabalhar juntos depois de fazerem “Sally’s Song,” na participação da Amy no Nightmare Revisited e passaram 2009 inteiro compondo juntos em Nova Iorque e Texas, elaborando um punhado de programações já gravadas que vão aparecer no próximo álbum. “Os sons e a influência ele trás à mesa – programando maravilhosos sons de outro espaço que você mal pode reconhecer. Eu passei por uma fase onde não sabia se era hora de um solo, ou compor e gravar musica, ou o quê,” disse Amy. “E depois que escrevemos juntos pela primeira vez, eu percebi que isso é totalmente Evanescence”.

O álbum também é o primeiro trabalho da banda com o veterano produtor, Steve Lillywhite, que já produziu os Rolling Stones, Dave Matthews Band e, mais notavelmente, trabalhou em oito álbuns do U2. Lillywhite, que se aproximou da banda, está co-produzindo o álbum com Hunt, e vem trabalhando com eles desde o primeiro dia. “Ele não é o tipo de produtor que sai durante o dia e depois volta pra ver o que estamos fazendo”, Amy fala sobre Lillywhite. “Ele é uma parte do time, uma grande parte do time”.

Esse é o primeiro álbum do Evanescence desde o álbum Platinum, The Open Door. Quando a banda estava parada, Amy se casou e começou a ter aulas de harpa – e ela assegura que o valente fruto do seu trabalho irá aparecer no álbum. E com o resto da banda, Terry Balsamo como guitarrista e Tim McCord como baixista estão a bordo; Dave Campbell irá fazer os arranjos dos instrumentos de corda mais uma vez; e o guitarrista Troy McLawhorn depende de seus compromissos com a banda Seether. Hunt fará a maioria das baterias, mas Amy não tira de vista a apresentação do último baterista ao vivo do Evanescence - coincidentemente Will Hunt. “Será difícil fazer com que as pessoas não se confundam, porque eles têm o mesmo nome”, fala Amy. “Mas na verdade, nós estamos fazendo um trabalho com dois bateristas para a próxima turnê. Basicamente Coisa1 e Coisa 2 – teremos que achar um jeito de saber quem é quem.”

Em relação à mudança de direção, Amy fala que é mais uma estética já conhecida. “Eu só estou em um lugar onde eu sei quem eu sou”, fala Amy. “Eu não estou tentando provar nada dessa vez. Da última vez eu tive muito peso sobre meus ombros. Dessa vez eu estou me divertindo com a música."

 

EDIT: Evanescence de Volta ao Est√ļdio

Saiu uma nota no site Music Boulevard sobre a volta do Evanescence. Essa é a primeira matéria em português! Obrigado Marcelo.

E a banda de Amy Lee, o Evanescence, entrará novamente em estúdio ainda esta semana, para a gravação do sucessor do álbum “The Open Door” de 2006.
A banda, que atualmente é composta por Amy Lee, Terry Balsamo na guitarra, Tim McCord no baixo e Will Hunt nas baquetas, estará sob os cuidados do produtor – e vencedor do Grammy – Steve Lillywhite, que já assinou trabalhos com o 30 Seconds To Mars, Chris Cornell e U2. Responsa, hein?
“Eu não consigo explicar o quanto estou animada para fazer este álbum. No último ano e meio, estas canções tem se tornado o centro da minha vida, e eu mal posso esperar para ouvi-las crescendo no estúdio.”, Afirma Amy Lee.
O álbum, ainda sem título, não tem data definida para seu lançamento. Agora é só aguardar para mais novidades!

EDIT: Mais uma nota sobre a volta do Evanescence, agora no NoiseCreep. Nada de novo, mas são mais lugares em que o nome do Evanescence está sendo citado!

 

Blabbermouth fala sobre o novo √°lbum do Evanescence

Saiu uma nota no Blabbermouth comentando a volta do Evanescence ao estúdio. O artigo não fala nada de novo: comenta sobre o show do Evanescence em NY e em São Paulo do ano passado, com os integrantes Amy, Terry, Tim, Will Hunt e James Black (do Finger Eleven), além de mencionar a banda We Are The Fallen.

 

Matéria no site da Wind-Up

A Wind-Up, gravadora do Evanescence, fez uma matéria sobre o novo álbum da banda.

Depois de muita antecipação, a líder do Evanescence, Amy Lee, confirmou hoje que a banda está de fato indo para o estúdio gravar o seu terceiro álbum com o produtor vencedor de Grammys, Steve Lillywhite. O lançamento do álbum está agendado para o outono [primavera no hemisfério Sul] de 2010.

"Não posso explicar o quão empolgada estou para fazer esse álbum", disse Amy Lee. "No último ano e meio, essas músicas se tornaram o centro da minha vida, e eu mal posso esperar para ver como elas vão crescer no estúdio. Acho que nosso som está evoluindo para algo que vai surpreender as pessoas, de um modo muito positivo. Eu sinto, como sempre, que o crescimento pode ser uma coisa incrível e ilimitada se você permitir. Eu nunca quero fazer o mesmo álbum duas vezes".

A banda, famosa por hits como Bring Me To Life, My Immortal, Going Under e CMWYS, promete se manter fiel ao som característico do Evanescence, enquanto incorpora sons adicionais para criar "um outro mundo". O núcleo da música, que vai da suavidade de sussurros para sons de rock agressivos e cheios de dor, do gótico ao clássico, guiado pelos vocais apaixonantes de Lee.

O Evanescence é formado pela vocalista, pianista , tecladista e harpista Amy Lee, guitarrista Terry Balsamo, baixista Tim McCord, baterista Will Hunt e um novo colaborador, Will "Science", responsável pela programações e pela bateria, além de produção adicional.

O Evanescence já vendeu 20 milhões de discos no mundo inteiro, mais de 8 milhões só nos EUA, e ganhou 2 Grammys com o álbum de estreia Fallen, além de uma indicação ao Grammy com o álbum The Open Door.

Amy Lee foi agraciada pelo National Music Publishers Association (NMPA) com o prêmio de Compositora Ícone de 2008, no encontro anual do NMPA em New York. Amy também gravou com o aclamado compositor Danny Elfman, cantando a música dele Sally's Song para o álbum Nightmare Revisited, lançado em setembro de 2008 pela Disney junto com o aniversário de 15 anos do filme de Tim Burton, O Estranho Mundo de Jack. O álbum recebeu críticas positivas e foi um sucesso comercial. Amy recentemente gravou uma apresentação ao vivo para o programa Legends and Lyrics da PBS, junto com Dwight Yoakam e Gavin DeGraw. O programa no estilo acústico e de composição foi gravado em Nashville e mostra artistas únicos tocando suas canções para uma platéia mais íntima. O episódio de Amy vai ao ar no fim do ano na PBS e internacionalmente.

O Evanescence lançou independente dois EPs o álbum muito solicitado Origin, antes de encontrar um lar na Wind-Up Records. Fallen, a estreia de grande sucesso, foi lançado em abril de 2003 com sucesso crítico e comercial. Os singles internacionais BMTL e My Immortal ajudaram a banda a ser ouvida e a ganhar dois Grammys (Melhor Artista Revelação e Melhor Performance Hard Rock por BMTL). Impulsionando as vendas a quase 14 milhões de cópias mundialmente, Fallen ficou mais de 100 semanas na Billboard 200 Top Chart, foi certificado como ouro ou platina em mais de 35 países e chegou a ficar esgotado. ABH, o DVD ao vivo lançado em 2004, já vendeu mais de 1 milhão de cópias até hoje.